Because we all need INSPIRATION.
At least i need it.
I normally, search for it in the web (Like images or quotes weheartit.com or tumbrl.com)
Or on every day life, looking at the smallest things. Amazing things that almost nobody sees.
Or still, i hear my favourite songs, and, DANCE!
The thing is, i search for inspiration whenever i feel down, whenever i think too much.
It normally works, and keeps me going on, with a better look of my life.
So i leave you with these images, and give you a way out, to think and feel HAPPIER.
Music: Travie McCoy - We'll be all Right
Hug Somebody.
domingo, 2 de outubro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Aproveitar a vida.
Parece óbvio, mas muitas pessoas procuram um bom cargo na empresa, um namorado 'perfeito' ou um carro topo de gama pensando que assim estarão mais perto da felicidade. Mas, a nossa felicidade vem de dentro de nós. Digo e repito, as melhores coisas na vida São de Graça. Um riso, um olhar, um sentimento e muito mais.
Aqui deixo um conjunto de acções para aproveitar melhor a vida.
Aqui deixo um conjunto de acções para aproveitar melhor a vida.
1. Tenta.
2. Desfruta da tua refeição. Não comas simplesmente. Saboreia e aprecia os sabores.
3. Aprende a cozinhar. 4. Sente a música não te limites a ouvi-la.
5. Canta. 6. Junta-te com velhos amigos.
7. Encontra um hobby.
8. Dá um passeio pela natureza. 9. Lê um livro.
10. Encontra um filme que gostes e vê-o acompanhado.
11. Pergunta. 12. Dá-te um dia de preguiça.
13. Não tenhas medo da mudança.
14. Joga às cartas com quem gostas. 15. Tem um jantar a luz das velas.
16. Limita o tempo que passas a ver TV ou no Computador.
17. Lê banda desenhada. 18. Tira ou filma imagens belas.
19. Lê citações inspiradoras.
20. Pinta o que quiseres. 21. Faz exercício com os amigos.
22. Vê vídeos engraçados. 23. Brinca com crianças.
24. Bebe um café. 25. Recebe uma massagem.
26. Vai a um museu. 27. Vê fotos antigas e partilha memórias.
28. Confia em ti.
29. Não faças aos outros o que não gostavas que te fizessem.
30. Conta histórias. 31. Sorri.
32. Perdoa. 33. Pratica a humildade.
34. Aprende a dançar na chuva em vez de esperar pelos dias de sol.
35. Aprecia as coisas pequenas. 36. Aceita a realidade.
37. Ri até que te doía a barriga ou as bochechas.
38. Vê o nascer / pôr-do-sol. 39. Sê optimista.
40. Faz uma lista de objectivos e cumpre-a.
domingo, 18 de setembro de 2011
Destiny?
Is Destiny real?
Sometimes it looks like there is something resembled to destiny.
Some bigger entity that calls all the shots from above. But, It just can't be. It's not possible that all the events happening on earth are allready planed and "destined" to be.
So i rather believe on Random happenings, coincidence or just luck.
For example. Today i borrowed my sister's car for 2 hours, but forgot to bring my licence. Since normally there's no police arrownd, i went and drove arrownd, with no licence. Later that day, I drove the same car with my licence, but without the car's papers (I jus did'nt care). And finally, at night i had to pick her up from work, and i don't know why i asked my parents for their car, because i did'nt had my sisters car papers.
And what happened? The police stoped me 10 meters from my house, because i didn't had the lights on.
Luckilly i had everything with me, and they let me go with just a warning. I coudl'nt believe my luck.
I could believe there was someone protecting me, or wanting me to learn a lesson. But i still believe on random events.
We are much more responsible of our future than most think. Every choise, decision and action that we take has it's own effects on the planet, altering other people's lifes and "destiny". So we are the main responsibles of what happens in our lifes, and the direction it takes.
My advice is: Stop being lazy (get up and do what You want), Set (atainable) objectives and accomplish them, Be healthy and "dance in the rain".
So i think i'll end with this fabulous phrase that i found. It's about enjoying life, no matter what's happening, making the best of what we have.
"Life is not about waiting for the storms to pass… it’s about learning how to dance in the rain." Unknwown
Sometimes it looks like there is something resembled to destiny.
Some bigger entity that calls all the shots from above. But, It just can't be. It's not possible that all the events happening on earth are allready planed and "destined" to be.
So i rather believe on Random happenings, coincidence or just luck.
For example. Today i borrowed my sister's car for 2 hours, but forgot to bring my licence. Since normally there's no police arrownd, i went and drove arrownd, with no licence. Later that day, I drove the same car with my licence, but without the car's papers (I jus did'nt care). And finally, at night i had to pick her up from work, and i don't know why i asked my parents for their car, because i did'nt had my sisters car papers.
And what happened? The police stoped me 10 meters from my house, because i didn't had the lights on.Luckilly i had everything with me, and they let me go with just a warning. I coudl'nt believe my luck.
I could believe there was someone protecting me, or wanting me to learn a lesson. But i still believe on random events.
We are much more responsible of our future than most think. Every choise, decision and action that we take has it's own effects on the planet, altering other people's lifes and "destiny". So we are the main responsibles of what happens in our lifes, and the direction it takes.
My advice is: Stop being lazy (get up and do what You want), Set (atainable) objectives and accomplish them, Be healthy and "dance in the rain".
So i think i'll end with this fabulous phrase that i found. It's about enjoying life, no matter what's happening, making the best of what we have.
"Life is not about waiting for the storms to pass… it’s about learning how to dance in the rain." Unknwown
quinta-feira, 14 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Love is..
"Love is an emotion of strong affection and personal attachment." Wiki
Love is caring, Love is thinking, planning, yearning,
Love is to Want somebody as a whole.
Love is also sacrifice, passion, fear, touch, admire, affection and Courage.
Amor é um Sim prolongado (Love is a prolonges YES)
Love is wanting him beside you when he is not, love is thinking what would he say in that situation, love is remembering, love is happiness.
Love is holding on to every moment.
Love is caring, Love is thinking, planning, yearning,
Love is to Want somebody as a whole.
Love is also sacrifice, passion, fear, touch, admire, affection and Courage.
Amor é um Sim prolongado (Love is a prolonges YES)
Love is wanting him beside you when he is not, love is thinking what would he say in that situation, love is remembering, love is happiness.
Love is holding on to every moment.
sábado, 25 de junho de 2011
Saudade
Saudades.
Só costumo ter saudades quando sei que aquela pessoa não vai estar perto de mim. Normalmente o meu inconsciente pensa: 'Ela/Ele está aqui tão perto... Se quiser vê-la/o é só dar lá um saltinho'
Mas será que deveria ter saudades mais amiúdo? incutir saudades em mim própria? isto soa estranho. Mas, ao pensar nisso, as saudades nos fazem pensar naqueles de quem gostamos, muitas vezes nos lembramos só das coisas boas. As coisas más costumas ficar no 'fundo' da nossa memória.
Então as Saudades nos fazem ter melhores relações com as pessoas? Dar-lhes mais valor e aproveitar melhor cada momento que estamos juntos.
Se calhar não é um conceito assim tão estranho. Seria mais um modo de vida, onde se aproveitaria melhor o nosso dia-a-dia Social de modo a tornar-mo-nos Seres humanos a habitar numa Comunidade.
E que tal termos Saudades do nosso vizinho que nunca nos diz bom dia? Porque não?
Então tenho a dizer que temos Saudades dos bons momentos, dos sentimentos que se despertam quando estamos com aquela pessoa específica. Então deverei ter Saudades daquela pessoa com a qual nunca simpatizei? Poderia tentar, mas não valeria a pena.
Vou experimentar esta Ideologia da "Saudade Incutida" será que melhora mesmo alguma coisa? na teoria aparenta que sim. A ver Vamos.
Só costumo ter saudades quando sei que aquela pessoa não vai estar perto de mim. Normalmente o meu inconsciente pensa: 'Ela/Ele está aqui tão perto... Se quiser vê-la/o é só dar lá um saltinho'
Mas será que deveria ter saudades mais amiúdo? incutir saudades em mim própria? isto soa estranho. Mas, ao pensar nisso, as saudades nos fazem pensar naqueles de quem gostamos, muitas vezes nos lembramos só das coisas boas. As coisas más costumas ficar no 'fundo' da nossa memória.
Então as Saudades nos fazem ter melhores relações com as pessoas? Dar-lhes mais valor e aproveitar melhor cada momento que estamos juntos.
Se calhar não é um conceito assim tão estranho. Seria mais um modo de vida, onde se aproveitaria melhor o nosso dia-a-dia Social de modo a tornar-mo-nos Seres humanos a habitar numa Comunidade.
E que tal termos Saudades do nosso vizinho que nunca nos diz bom dia? Porque não?
Então tenho a dizer que temos Saudades dos bons momentos, dos sentimentos que se despertam quando estamos com aquela pessoa específica. Então deverei ter Saudades daquela pessoa com a qual nunca simpatizei? Poderia tentar, mas não valeria a pena.
Vou experimentar esta Ideologia da "Saudade Incutida" será que melhora mesmo alguma coisa? na teoria aparenta que sim. A ver Vamos.
domingo, 22 de maio de 2011
Chances
Quantas vezes damos por nós, a recusar um convite por preguiça, a planear uma tarde ou fim de semana espectacular e acabamos a ver televisão? Quantas oportunidades deitamos fora, quantos momentos felizes deixamos de ter por optar pelo caminho mais fácil.
Mas se pensarmos que, estamos aqui e agora, e na semana que vem poderemos não estar cá para gozar o que adiamos sempre. Dá uma urgência a vida, uma vontade de viver diferente. Temos que encarar a vida como algo valioso, e não como garantido.
Temos que baixar a nossa "muralha" deixar os estranhos entrar, correndo o risco de nos poderem ser prejudiciais. Temos que adoptar o modelo de experimentação, não julgar alguém pela aparência, julga-lo por quem é na realidade.
Como no filme "Yes" em que um homem decide dizer que sim a tudo, está farto de negar a vida, recusar oportunidades por medo ou preguiça. Pode parecer perigoso, ou até 'silly' mas é outra maneira de ver a vida.
Mas se pensarmos que, estamos aqui e agora, e na semana que vem poderemos não estar cá para gozar o que adiamos sempre. Dá uma urgência a vida, uma vontade de viver diferente. Temos que encarar a vida como algo valioso, e não como garantido.
Temos que baixar a nossa "muralha" deixar os estranhos entrar, correndo o risco de nos poderem ser prejudiciais. Temos que adoptar o modelo de experimentação, não julgar alguém pela aparência, julga-lo por quem é na realidade.
Como no filme "Yes" em que um homem decide dizer que sim a tudo, está farto de negar a vida, recusar oportunidades por medo ou preguiça. Pode parecer perigoso, ou até 'silly' mas é outra maneira de ver a vida.
domingo, 24 de abril de 2011
Voodoo Child
Please let me tell you: i'm not what i apear to be, none of us are. I'm a Voodoo Child.
Seize the Day.
http://youtu.be/WoAXW30mMAg
Seize the Day.
http://youtu.be/WoAXW30mMAg
sábado, 23 de abril de 2011
Se o seu trabalho é chato, acabará por sê-lo também!
É verdade...
Se passamos o tempo a fazer coisas monótonas e aborrecidas é muito provável que nos tornemos monótonos e aborrecidos nós próprios.
O seu emprego também trabalha para si, ou é só você que trabalha para ele?
Sempre que tivermos uma oportunidade de abandonar um trabalho CHATO, devemos aproveitar essa chance. Já que a nossa felicidade e saúde a longo prazo dependem disso.
Claro que isto não é uma decisão igualmente fácil para todos, pois quem tem filhos para sustentar e contas a pagar não pode correr riscos destes, mas aconselho a quem puder. Arrisque!
Aproveite o seu tempo livre. Não se guie pela regra do mais fácil (que é ficar em casa a ver TV). Seja activo, encontre motivação para concretizar o que quer e tenha experiências novas. Seja criativo!
No fim:
Quem não Arrisca, não Petisca. Quem não Arrisca o seu Aborrecimento, fica Aborrecido.
so, i Quit!!!
Se passamos o tempo a fazer coisas monótonas e aborrecidas é muito provável que nos tornemos monótonos e aborrecidos nós próprios.
O seu emprego também trabalha para si, ou é só você que trabalha para ele?
Sempre que tivermos uma oportunidade de abandonar um trabalho CHATO, devemos aproveitar essa chance. Já que a nossa felicidade e saúde a longo prazo dependem disso.
Claro que isto não é uma decisão igualmente fácil para todos, pois quem tem filhos para sustentar e contas a pagar não pode correr riscos destes, mas aconselho a quem puder. Arrisque!
Aproveite o seu tempo livre. Não se guie pela regra do mais fácil (que é ficar em casa a ver TV). Seja activo, encontre motivação para concretizar o que quer e tenha experiências novas. Seja criativo!
No fim:
Quem não Arrisca, não Petisca. Quem não Arrisca o seu Aborrecimento, fica Aborrecido.
so, i Quit!!!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Escolhas
Quando temos que escolher, vemos o lado positivo e negativo de cada uma das opções.
Fazemos contas e probabilidades...
Deparo-me com uma escolha difícil:
Fui aceite para participar numa formação de 12 dias, subsidiada pela U.E., na bélgica, sobre o tema exacto sobre o qual eu gostaria de desenvolver a minha vida profissional no futuro.
Mas...
Nessa mesma altura tenho o meu exame de condução. Não posso alterar a data e teria que pagar mais 100€ e esperar dois messes para o voltar a fazer.
Teria também que faltar a aulas importantes na faculdade.
E também iria faltar ao momento académico mais importante do ano.
O que fazer numa circunstancia destas?
Abandonar tudo, e seguir algo que quero, arriscando o meu sucesso escolar e convívio com os meus amigos?
Ou jogar pelo seguro e pensar que uma oportunidade destas voltará a aparecer?
Choises, choises
Eu gosto de arriscar, mas não gosto de apostar mais do que posso.
Encontro-me quase que a fazer gráficos, análise SWOT, custos, preços,... Muito balança na minha cabeça, muito em questão, muito a pensar.
Pode-se dizer que é um problema.
Ter problemas significa ser Feliz?
Isto pode parecer contraditório, mas faz todo o sentido!
Podemos sonhar com uma vida livre de problemas, mas uma vida assim não merece ser vivida. Torna-se aborrecida, sem os problemas que são inerentes a vida.
Repare:
Quanto maior o problema, maior o desafio. Quanto maior o desafio, maior será a satisfação sentida ao resolve-lo.
Todos os problemas que nos surgem são oportunidades de criar soluções inovadoras.
É a forma como encaramos os problemas que nos deita a baixo ou nos torna mais sábios.
Mas
A resolução de um problema cria muitas vezes vários outros.
Por exemplo: tem o problema de casar-se, quando o resolver passa a ter os problemas do casamento. Ou talvez não tenha roupa suficiente, quando as tiver não terá espaço suficiente para as guardar e terá dificuldade em escolher o que vestir.
E os grandes problemas servem para abanar as ideias e cortar os velhos hábitos de pensamento.
Portanto, ter problemas, significa ser feliz.
Podemos sonhar com uma vida livre de problemas, mas uma vida assim não merece ser vivida. Torna-se aborrecida, sem os problemas que são inerentes a vida.
Repare:
Quanto maior o problema, maior o desafio. Quanto maior o desafio, maior será a satisfação sentida ao resolve-lo.
Todos os problemas que nos surgem são oportunidades de criar soluções inovadoras.
É a forma como encaramos os problemas que nos deita a baixo ou nos torna mais sábios.
Mas
A resolução de um problema cria muitas vezes vários outros.
Por exemplo: tem o problema de casar-se, quando o resolver passa a ter os problemas do casamento. Ou talvez não tenha roupa suficiente, quando as tiver não terá espaço suficiente para as guardar e terá dificuldade em escolher o que vestir.
E os grandes problemas servem para abanar as ideias e cortar os velhos hábitos de pensamento.
Portanto, ter problemas, significa ser feliz.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Get Back Lorretta!
Don't you ever get that feeling, the feeling that you need to get out, experience new things, do crazy stuff?
Well i get that a lot! i'm always thinking on what to do next, what will i try next.
Right now i'm wondering about the adventure for the next summer, i want to travel, to board on a plane and just enjoy everything that comes along! and i know just the place for that..
Well, now talking about life, i guess that we should never regret what we did (among reason), but we shoud, indeed, regret what we didn't do. Because that opportunity will never come back againg.
You never know what's coming. So, enjoy it, while it lasts!
Well i get that a lot! i'm always thinking on what to do next, what will i try next.
Right now i'm wondering about the adventure for the next summer, i want to travel, to board on a plane and just enjoy everything that comes along! and i know just the place for that..
Well, now talking about life, i guess that we should never regret what we did (among reason), but we shoud, indeed, regret what we didn't do. Because that opportunity will never come back againg.
You never know what's coming. So, enjoy it, while it lasts!
quarta-feira, 30 de março de 2011
Cerveja, cigarros e outras coisas
Nos meus 21 anos, nunca me senti atraída pela 'emoção' aparente de químicos externos a agir no meu corpo. Com isto quero dizer DROGAS: Álcool, tabaco, xixa, etc
Deve ter a ver com o facto de gostar de tudo o que é natural e o de saber que estas coisas são prejudiciais ao corpo.
Mas, tenho tentado perceber que, o Álcool é um agente social, tal como a xixa e tabaco. Para alguns (ou a maior parte), servem como integrante do seu estatuto, explico: numa festa não se vêem as pessoas a ir beber as escondidas (normalmente), aquele copo com vodka e 7up faz parte da imagem que querem apresentar. Claro que também é um inibidor social, fala-se com quem nunca se falou na vida como se fossem os melhores amigos, fazem-se coisas que normalmente não se fariam, pode ser divertido, but it's not the real deal, it's just you on drugs.
Admito que tem 'a bright side', por assim dizer, mas vomitar e ficar inconsciente são de facto consequências pelas quais não quero passar. Pois chegar ao ponto em que estás tão passado que o teu estômago rejeita o seu conteúdo e não te consegues aguentar em pé. Quer dizer, é uma total estupidificação do ser, tornas-te (sem querer ofender ninguém) num deficiente motor e mental.
Podia dar o exemplo do tabaco, há pessoas que acendem um cigarro, seguram-no entre os dedos, inspiram dele duas vezes até que o cigarro acaba. Acendem outro e fazem o mesmo. O importante começa por ser o facto de que está a ser visto com aquele cigarro, na sua mente, fica bem. Até que avança ao ponto de estarem a divertir-se com os amigos, e terem que se separar do grupo para ir fumar lá fora. Começa o vício.
Outras drogas oferecem a possibilidade de fugir. Fugir para um mundo melhor, um mundo onde podem ver tudo a cor de rosa e serem felizes até que a pedrada acabe. Têm que o fazer outra vez, pois foi tão bom, que o mundo sem aquele efeito já não chega.
Isto é só a minha opinião. Mas claro que é de fora, nunca me embebedei, nem fiquei pedrada, nem fumei um cigarro. Esta observação é parcial, pois não baseei a analise em experiências próprias, mas sim observação e convívio. A única coisa da qual não abdico é o meu café : P
http://facepwn.com/posters/drugs.jpg
----------------------------------------
Desde que fiz este post, apanhei uma bebedeira um bocado má. Percebi melhor a coisa do 'desinibir' e as outras consequências. Mas continuo com a minha opinião de que são um bocado como que andar ara trás, mas ao pensar bem nisto, todos devemos ter estas experiências, são coisas que mudam a maneira como vemos os outros e o convívio com os amigos, ou estranhos dessa noite ficará sempre guardado na memória, ou no caso de abusarem mesmo do álcool, não.
Mas concluindo, precisamos de ter experiências boas e más, para termos pontos de referência na vida.
Deve ter a ver com o facto de gostar de tudo o que é natural e o de saber que estas coisas são prejudiciais ao corpo.
Mas, tenho tentado perceber que, o Álcool é um agente social, tal como a xixa e tabaco. Para alguns (ou a maior parte), servem como integrante do seu estatuto, explico: numa festa não se vêem as pessoas a ir beber as escondidas (normalmente), aquele copo com vodka e 7up faz parte da imagem que querem apresentar. Claro que também é um inibidor social, fala-se com quem nunca se falou na vida como se fossem os melhores amigos, fazem-se coisas que normalmente não se fariam, pode ser divertido, but it's not the real deal, it's just you on drugs.
Admito que tem 'a bright side', por assim dizer, mas vomitar e ficar inconsciente são de facto consequências pelas quais não quero passar. Pois chegar ao ponto em que estás tão passado que o teu estômago rejeita o seu conteúdo e não te consegues aguentar em pé. Quer dizer, é uma total estupidificação do ser, tornas-te (sem querer ofender ninguém) num deficiente motor e mental.
Podia dar o exemplo do tabaco, há pessoas que acendem um cigarro, seguram-no entre os dedos, inspiram dele duas vezes até que o cigarro acaba. Acendem outro e fazem o mesmo. O importante começa por ser o facto de que está a ser visto com aquele cigarro, na sua mente, fica bem. Até que avança ao ponto de estarem a divertir-se com os amigos, e terem que se separar do grupo para ir fumar lá fora. Começa o vício.Outras drogas oferecem a possibilidade de fugir. Fugir para um mundo melhor, um mundo onde podem ver tudo a cor de rosa e serem felizes até que a pedrada acabe. Têm que o fazer outra vez, pois foi tão bom, que o mundo sem aquele efeito já não chega.
Isto é só a minha opinião. Mas claro que é de fora, nunca me embebedei, nem fiquei pedrada, nem fumei um cigarro. Esta observação é parcial, pois não baseei a analise em experiências próprias, mas sim observação e convívio. A única coisa da qual não abdico é o meu café : P
http://facepwn.com/posters/drugs.jpg
----------------------------------------
Desde que fiz este post, apanhei uma bebedeira um bocado má. Percebi melhor a coisa do 'desinibir' e as outras consequências. Mas continuo com a minha opinião de que são um bocado como que andar ara trás, mas ao pensar bem nisto, todos devemos ter estas experiências, são coisas que mudam a maneira como vemos os outros e o convívio com os amigos, ou estranhos dessa noite ficará sempre guardado na memória, ou no caso de abusarem mesmo do álcool, não.
Mas concluindo, precisamos de ter experiências boas e más, para termos pontos de referência na vida.
terça-feira, 8 de março de 2011
Reach Out
I often wonder if technology is really good for mankind... Sure we can comunicate more often, watch something that's happening on the other part of the world in real time or search whatever on a search engine and have 746.000.000 results in 0,23 seconds!! But is it really necessary? Would you die if we didn't have all these gyzmos, and information? The answer is No. Our parent's didn't had celphones or intenet, and were succesfull in life (or some were).

But as evolution commands, we are evolving with all this. My 5 year old niece is more effective in informatics than my mother. Again, the question i'm wondering about, Is my niece having a "better" life, now in the e-generation, than the 'normal' childhood my mother had years ago? It's difficult to tell, because everything has ups and downs, good things and bad things.
I think that what we win in information and amusement, we loss in (real) comunication, and contact with people, but who am i to tell the world to slow down? who am i to tell my brother to forget about games and the computer for a week, and experience life? Maybe i'm the one who's wrong, and i should give up and go with the flow, stick to everything that comes along with no judgement or resistance. After all we only know if we like something after we have experienced it, right?

But as evolution commands, we are evolving with all this. My 5 year old niece is more effective in informatics than my mother. Again, the question i'm wondering about, Is my niece having a "better" life, now in the e-generation, than the 'normal' childhood my mother had years ago? It's difficult to tell, because everything has ups and downs, good things and bad things.
I think that what we win in information and amusement, we loss in (real) comunication, and contact with people, but who am i to tell the world to slow down? who am i to tell my brother to forget about games and the computer for a week, and experience life? Maybe i'm the one who's wrong, and i should give up and go with the flow, stick to everything that comes along with no judgement or resistance. After all we only know if we like something after we have experienced it, right?
quinta-feira, 3 de março de 2011
I Saw You Standig There
Well he looked at me, and I, I could see,
That before too long I'd fall in love with him.
Since I saw you standing there.
Well, my heart went "boom",
When I crossed that room,
And he held my hand in his...
Whoa, we danced through the night,
And we held each other tight,
And before too long I fell in love with him.
I'll never dance with another
Since I saw you standing there.
That before too long I'd fall in love with him.
Since I saw you standing there.
Well, my heart went "boom",
When I crossed that room,
And he held my hand in his...
Whoa, we danced through the night,
And we held each other tight,
And before too long I fell in love with him.
I'll never dance with another
Since I saw you standing there.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
"Love thy neighbour"??
Estava sentada numa rocha no meio daquela planície que já tinha visitado, quando vem ter comigo um rapaz, que estava a cuidar dos cavalos. Perguntou-me se estava perdida, e começamos a conversar sobre o lixo que estava espalhado por todo o lado. Dez minutos depois já conhecia os Tios dele.
Levou-me a ver os cavalos que eu tanto gostava. Pude toca-los, cheira-los, achei que tinham cabeças enormes, disse-me que um dia me ensinava a montar. Decidi acompanha-lo a cuidar o gado. Devemos experimentar coisas diferentes de vez em quando.
Íamos sempre falando de tudo, carros, deus, desporto, animais, estudos, política, etc, a andar na lama, nos sentamos num muro, continuamos a andar, atrás do gado, e lá se passou a tarde. De repente já eram as cinco, fomos com os tios dele até um café beber qualquer coisa. Eles sempre a meter-se com o rapaz, a fazer insinuações amorosas na brincadeira. Depois no topo da colina conversamos todos e rimos. Descemos na carrinha antiga deles, tinha caixa aberta e não resisti, pedi para ir atrás, afinal a última vez que o tinha feito era ainda criança, e adoro a liberdade de sentir o vento na cara, os solavancos da terra e ter que me agarrar para não sair "disparada" da carrinha. Ele veio comigo. Convidaram-me a ir ver a horta, e eu claro que embora sentindo um ligeiro toque a perigo, porque de facto estava no meio de pessoas que hoje de manhã eram estranhos, Fui.
Andando, terrenos verdejantes, mais restos de carros escondidos lá no meio da vastidão verde. Chegamos a horta, que tinha uma nascente ao pé. Ofereceram-me duas alfaces biologicas, não queria incomodar mas também não recusei por achar que seria falta de respeito. Aqueles "estranhos" me tinham tratado como se eu fosse da família. De regresso vim só com o rapaz dos cavalos, como lhe chamo. Tinha sempre a mão pronta a ajudar-me para o caso de eu escorregar de algum calhau ou para eu não ir pelo caminho mais lamacento. Enquanto falávamos ele referiu-se a nós como um casal, comparando-nos a outras pessoas que se viam até ao horizonte.

Só lhe ofereci um sorriso tímido já que não sabia o que opinar daquilo, sinto como se já o conhece-se há muito tempo.
Chegamos à rua de terra batida que eu semanas antes tinha percorrido com o meu irmão. Aguardamos ao pé da carrinha, disse que gostara muito da tarde e que me acompanhava até a minha casa, que fica a três km daí. O Carlos e o João, os tios, chegaram e traziam couves, ofereceram-me ainda mais dois limões, enormes que se notava serem naturais, pela sua forma peculiar e algumas manchas.
Perguntaram-me quando poderia voltar a passar por lá, eu disse que só tinha uma folga. E fiquei convidada a voltar na semana seguinte, embora me senti-se a 'invadir' a vida destas pessoas. Mas concordei que se pudesse voltaria.
Acabei por aceitar a boleia de um dos tios, na carrinha, despedi-me do joão e do rapaz dos cavalos, que fez questão de dizer duas vezes " depois agente fala". No caminho o Tio falou-me de respeito, amizade, tudo palavras positivas e de paz por assim dizer, embora um pouco repetitivas. Deixou-me ao pé de casa. Logo, ao pisar outra vez a calçada, senti-me a voltar a realidade, como a Alice ao sair da toca de coelho, depois da sua aventura.
Abri a porta, subi pelas escadas, cumprimentei o meu vizinho simpático e entrei em casa. Vi o telemóvel e já tinha uma mensagem dele "Quando chegares liga". Deixei a mensagem repousar e cinco minutos depois ele ligou-me.

Convidou-me para jantar num restaurante, hoje ou amanhã, disse que pagaria tudo. Recusei mas..
Liked the experience, will i do it again?
Afinal os estranhos não são tão maus assim.
Levou-me a ver os cavalos que eu tanto gostava. Pude toca-los, cheira-los, achei que tinham cabeças enormes, disse-me que um dia me ensinava a montar. Decidi acompanha-lo a cuidar o gado. Devemos experimentar coisas diferentes de vez em quando.
Íamos sempre falando de tudo, carros, deus, desporto, animais, estudos, política, etc, a andar na lama, nos sentamos num muro, continuamos a andar, atrás do gado, e lá se passou a tarde. De repente já eram as cinco, fomos com os tios dele até um café beber qualquer coisa. Eles sempre a meter-se com o rapaz, a fazer insinuações amorosas na brincadeira. Depois no topo da colina conversamos todos e rimos. Descemos na carrinha antiga deles, tinha caixa aberta e não resisti, pedi para ir atrás, afinal a última vez que o tinha feito era ainda criança, e adoro a liberdade de sentir o vento na cara, os solavancos da terra e ter que me agarrar para não sair "disparada" da carrinha. Ele veio comigo. Convidaram-me a ir ver a horta, e eu claro que embora sentindo um ligeiro toque a perigo, porque de facto estava no meio de pessoas que hoje de manhã eram estranhos, Fui.
Andando, terrenos verdejantes, mais restos de carros escondidos lá no meio da vastidão verde. Chegamos a horta, que tinha uma nascente ao pé. Ofereceram-me duas alfaces biologicas, não queria incomodar mas também não recusei por achar que seria falta de respeito. Aqueles "estranhos" me tinham tratado como se eu fosse da família. De regresso vim só com o rapaz dos cavalos, como lhe chamo. Tinha sempre a mão pronta a ajudar-me para o caso de eu escorregar de algum calhau ou para eu não ir pelo caminho mais lamacento. Enquanto falávamos ele referiu-se a nós como um casal, comparando-nos a outras pessoas que se viam até ao horizonte.

Só lhe ofereci um sorriso tímido já que não sabia o que opinar daquilo, sinto como se já o conhece-se há muito tempo.
Chegamos à rua de terra batida que eu semanas antes tinha percorrido com o meu irmão. Aguardamos ao pé da carrinha, disse que gostara muito da tarde e que me acompanhava até a minha casa, que fica a três km daí. O Carlos e o João, os tios, chegaram e traziam couves, ofereceram-me ainda mais dois limões, enormes que se notava serem naturais, pela sua forma peculiar e algumas manchas.
Perguntaram-me quando poderia voltar a passar por lá, eu disse que só tinha uma folga. E fiquei convidada a voltar na semana seguinte, embora me senti-se a 'invadir' a vida destas pessoas. Mas concordei que se pudesse voltaria.
Acabei por aceitar a boleia de um dos tios, na carrinha, despedi-me do joão e do rapaz dos cavalos, que fez questão de dizer duas vezes " depois agente fala". No caminho o Tio falou-me de respeito, amizade, tudo palavras positivas e de paz por assim dizer, embora um pouco repetitivas. Deixou-me ao pé de casa. Logo, ao pisar outra vez a calçada, senti-me a voltar a realidade, como a Alice ao sair da toca de coelho, depois da sua aventura.
Abri a porta, subi pelas escadas, cumprimentei o meu vizinho simpático e entrei em casa. Vi o telemóvel e já tinha uma mensagem dele "Quando chegares liga". Deixei a mensagem repousar e cinco minutos depois ele ligou-me.

Convidou-me para jantar num restaurante, hoje ou amanhã, disse que pagaria tudo. Recusei mas..
Liked the experience, will i do it again?
Afinal os estranhos não são tão maus assim.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
The mud in my boots
Fui outra vez visitar aquele espaço verde onde tinha ido procurar uma gruta. Colaride.
Desta vez vi muito mais, para além das vacas e cavalos que me chamavam a atenção, vi os montes de pneus, restos de carros e lixo por todo o lado. Pareceu-me um local mais sombrio desta vez. Havendo população por todos os lados, ninguém faz aparentemente nada para parar a degradação daquele espaço, que não é nenhuma localidade atrás de sol posto por assim dizer.
Fiz a minha pesquisa e deparei-me com o facto de que a reabilitação da zona pela Câmara de Sintra tem estado entre 'vai e não vai' desde pelo menos 2002.
Decidi fazer alguma coisa para alertar as pessoas sobre esta situação, e para saberem o património natural e histórico que se encontra na área.
site do Projecto com o apoio da 'Do Something'
Primeiro post sobre Colaride.
Ainda não sei bem como, mas há de mudar.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
1 Euro por dia
Há pouco tempo, deparei-me com o facto de que mais do que 1,2 mil milhões de pessoas vivem com menos de um euro por dia. Cerca de 20% da população do planeta terra.
Pergunto-me como será possível viver com essa quantia reduzida de dinheiro por dia, de certo que estamos a falar principalmente em pessoas que vivem em países do terceiro mundo, em zonas isoladas, sem cuidados médicos, água potável, luz, etc. Aquilo que pessoas como eu têm como garantido (apesar de ser da lista "S\ Médico").
Pergunto-me como será possível viver com essa quantia reduzida de dinheiro por dia, de certo que estamos a falar principalmente em pessoas que vivem em países do terceiro mundo, em zonas isoladas, sem cuidados médicos, água potável, luz, etc. Aquilo que pessoas como eu têm como garantido (apesar de ser da lista "S\ Médico")."Todos os anos, perto de 11 milhões de crianças morrem antes do seu quinto aniversário e todos os dias 800 milhões de pessoas vão para a cama com fome."
A esperança média de vida no continente africano é de apenas 52 anos (em Portugal é 77), a taxa de analfabetismo situa-se nos 40% (contra os 25% a nível mundial). E ainda temos a epidemia de SIDA.
Mas não é nada que nunca tenha ouvido, graças as diversas campanhas existentes ao longo dos anos, para beneficiar estas pessoas.
Da próxima vez que for ao supermercado, vou tentar que a minha conta não passe de um euro, e tentar trazer algo que alimente e seja barato.
É claro que os preços, condições e acessibilidade dos produtos não tem nada a ver com o que se vive num pais subdesenvolvido, mas no entanto continuo com a minha curiosidade.
Tudo isto para tentar perceber, algo que não se pode explicar. O que é ficar todos os dias com fome? O que é não ter dinheiro nem forma de encontrar comida?
(FAO - UN) A cada minuto, 12 crianças morrem de fome
-----
went shopping
5 carcaças, 1,5 L de água, uma couve e cenouras, e lá se foi o meu Euro.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Green, green grass of home
Sustentabilidade ecológica, paz, harmonia, compostagem, cooperação, abundância, desperdício mínimo,... “um sistema de planeamento para a criação de ambientes humanos sustentáveis”.
A permacultura é tudo isto, mas também é muito trabalho. Entrar directamente na ideologia de "ser um com a terra", de certeza que não é para todos. Pode ser considerada uma evolução das "hippie communes" dos anos 60, tirando drogas, nudismo, falta de organização e isolação do mundo exterior (e também das redes de luz e água..)
Em Portugal já existem vários casos
Reportagem da RTP "REGRESSO ÀS ORIGENS" (Numa altura em que a crise coloca graves constrangimentos nos orçamentos das famílias portuguesas, encontram pessoas que mudaram hábitos de consumo para garantir um modo de vida auto-sustentável)
Uma rede social para a troca de ideias e organização de eventos relacionados com a permacultura e o movimento de transição, que basicamente é o desejo de tornar uma cidade inteira sustentável, baseada no comércio local, independente do petróleo e de importações de alimentos.
Blogs de grupos que querem "libertar a sua cidade do domínio de combustíveis baratos".
Não faltam iniciativas, nem pessoas dispostas a lutar por esta causa. E é de certo uma opção alternativa para quem se preocupa com o planeta, tem espaço e tempo para desenvolver um projecto destes. Mas faz com que me pergunte, deverá a responsabilidade de cuidar do que é de todos, cair só nos ombros de alguns, enquanto outros desperdiçam? Trata-se de uma abertura da mente e responsabilidade social.
"You don't know what you've got till it's gone.
They paved paradise
and put up a Parking lot"
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Guerrilla Gardening com Hortas?
Guerrilla Gardening, para quem não sabe é basicamente reaproveitar, embelezar ou utilizar uma porção de terra 'abandonada' pelos seus donos legais (normalmente a junta ou câmara) e se encontra em estado de deterioração. É ilegal, pois o terreno não é nosso, mas é por uma boa causa, em princípio. Depende das intenções dos 'gardners' certo? pode ter por objectivo só embelezar, ou então provocar as autoridades. Estas acções ocorrem normalmente de noite por razões obvias. A Comunidade de Portugal, tem organizado algumas iniciativas, mas ainda não é um conceito muito divulgado no nosso país. Aparece-me sempre na cabeça a imagem de plantar girassóis na entrada de uma esquadra da polícia e vê-los germinar, claro pura fantasia.
"Turning abandoned eyesores around town into thriving botanical displays that brightens the community is a noble action, but the idea of planting free food in a community is a brilliant idea." Citação do site.
E isto leva-me a outra ideia muito interessante, a das Hortas comunitárias. Que pode-se considerar uma espécie de Guerrilla Gardening, quando feito em locais abandonados e 'no limbo entre juntas e câmaras'. A ideia de ter uma horta que é cuidada por várias pessoas, e depois os 'frutos' da mesma serem partilhados entre a comunidade parece-me uma ideia excelente, para além disso trata-se de uma agricultura biológica e sustentável, promovendo uma alimentação mais saudável, livre de químicos e aditivos artificiais, característicos dos produtos que compramos no supermercado, é de facto uma maneira de melhorar a nossa saúde, poupando dinheiro(+ info).
Mas, como encontrar um terreno assim, no meio de uma cidade, com boa terra, tamanho considerável e acima de tudo conseguir materiais e pessoas para se juntarem neste projecto? É preciso persistência e paciência.
Temos o exemplo de uma horta comunitária em Monte Abrão, com um blog a relatar os avanços e a convidar quem quiser para ajudar na horta. Uma inspiração de certeza.
Um plano para o futuro? Who Knows.
"Turning abandoned eyesores around town into thriving botanical displays that brightens the community is a noble action, but the idea of planting free food in a community is a brilliant idea." Citação do site.
E isto leva-me a outra ideia muito interessante, a das Hortas comunitárias. Que pode-se considerar uma espécie de Guerrilla Gardening, quando feito em locais abandonados e 'no limbo entre juntas e câmaras'. A ideia de ter uma horta que é cuidada por várias pessoas, e depois os 'frutos' da mesma serem partilhados entre a comunidade parece-me uma ideia excelente, para além disso trata-se de uma agricultura biológica e sustentável, promovendo uma alimentação mais saudável, livre de químicos e aditivos artificiais, característicos dos produtos que compramos no supermercado, é de facto uma maneira de melhorar a nossa saúde, poupando dinheiro(+ info).Temos o exemplo de uma horta comunitária em Monte Abrão, com um blog a relatar os avanços e a convidar quem quiser para ajudar na horta. Uma inspiração de certeza.
Um plano para o futuro? Who Knows.
Subscrever:
Comentários (Atom)




















